Primeira versão
Depois de muito tempo sem visitar seus pais, ela chega. Deixa as malas no chão e se demora em um abraço em seu pai. Os dois conversam entusiasmadamente quando ele nota a inscrição em seus pulsos “O que é isso, menina? Tatuagem? Coisa de bandido! Eu não acredito nisso! Você, tão bonita, tão inteligente com essas coisas de vagabundo!” Sem se abalar, ela responde “Mas pai, poderia ser pior. Poderia ser um filho.”
Fim da discussão.
Segunda versão
A situação é a mesma. O pai, a filha e a tatuagem. Ele observa a o rabisco no pulso da menina e começa o discurso. Ela responde “Mas pai, poderia ser pior. Eu poderia ter me afiliado ao PT, PCdoB ou virado sindicalista!”
O pai ri aliviado.
{Obviamente o texto é inspirado no meu pai, um sujeito de direita que jamais na vida usou ou usará barba e para quem a maior decepção seria ver um dos filhos envolvidos com o lado vermelho da politicagem}
O que me lembra parte da conversa que tivemos na quinta pela manhã.
Tatue “anarquia”, mulher. HAHAHAHAHA.
oba, oba, rô voltô!
eu acho que o que faz mal pra esse povo de esquerda é estudar na reitoria. sempre achei. pessoal que faz administração não tem esses problemas não.
Eu não aprecio pessoas de Ciências Sociais Aplicadas&Pedagogia.